Manter uma empresa em um mercado tão competitivo exige aprimoramento contínuo. É preciso aperfeiçoar processos para produzir com mais qualidade, melhorar a gestão financeira para alcançar resultados com custos menores, e assim por diante. Entre as ferramentas que ajudam a implantar e avaliar melhorias, temos o ciclo PDCA.

Você já conhece essa ferramenta? Sabe como utilizá-la para avaliar e melhorar seus processos? Então, acompanhe este post, pois vamos mostrar como ela pode ser útil para sua organização. Confira!

O que é o ciclo PDCA?

Para alguns especialistas, o PDCA é uma ferramenta. Para outros, uma técnica de gestão. Existem também aqueles que falam dele como uma metodologia. O fato é que o PDCA é um passo a passo muito simples que contribui para a melhoria de processos e produtos de uma empresa continuamente. Ele propõe 4 etapas de elaboração e ação.

A sigla é formada pelas iniciais dessas etapas: Plan (planejar), Do (fazer), Check (verificar) e Adjust (ajustar). Outras versões substituem o ajustar pelo agir, mas ambas as palavras têm o mesmo sentido de correção.

Apesar de simples, trata-se de uma metodologia extremamente eficiente. Ela é utilizada por muitas organizações para solucionar problemas que comprometem os bons resultados da companhia.

Como funciona o ciclo PDCA?

O PDCA envolve 4 etapas, que são:

1. Plan (planejar)

Nessa etapa, é preciso identificar objetivamente o problema que precisa ser resolvido. É fundamental analisar as causas prováveis, criar um plano de ação para solucionar o problema e definir metas.

Também é importante já atribuir as devidas responsabilidades. Para que o plano realmente aconteça, quem deve fazer o quê? Quanto mais exato for esse planejamento, maiores serão as chances de que cada ator desempenhe devidamente seu papel.

2. Do (fazer)

Trata-se da execução do plano definido na etapa anterior. É sempre importante documentar o que aconteceu ao longo do processo para identificar possíveis causas de insucesso ou aspectos que podem ser melhorados.

Portanto, colete dados numéricos sobre o que aconteceu durante essa etapa do ciclo, as dúvidas que surgiram, os obstáculos e as alternativas encontradas pelo grupo para contornar eventuais problemas.

3. Check (verificar)

Essa é a etapa de verificação e avaliação. Para isso, é preciso comparar os resultados obtidos na etapa anterior com as metas estabelecidas no planejamento. Também é importante verificar se houve efeitos secundários ou não previstos em consequência das ações.

O objetivo é chegar à conclusão: as ações foram suficientes para solucionar completamente os problemas detectados na primeira fase? Se eles não foram totalmente resolvidos, em que medida essas ações tiveram eficácia?

É extremamente importante identificar quais foram as medidas mais eficazes. Nessa etapa, a equipe definirá:

  • quais são as ações inefetivas que devem ser abandonadas;
  • as que podem ser aperfeiçoadas e testadas novamente;
  • as que foram bem-sucedidas e sua possibilidade de aplicação em outros processos.

4. Adjust (ajustar)

Esse é o momento de realizar ajustes na proposta inicial e criar propostas corretivas, com base nos dados levantados ao longo de todo o processo. O objetivo é solucionar as falhas ou, em caso de pleno sucesso, pensar em novas possibilidades de melhoria.

Vale lembrar que o PDCA é, por natureza, um ciclo, portanto, ele não tem fim. O ciclo entende que o papel das organizações é buscar melhorar a qualidade continuamente e que cada finalização é seguida de um novo processo de ajustes ou aperfeiçoamento.

Entendeu o que é o ciclo PDCA e como utilizá-lo para implantar e avaliar melhorias? Gostou do post? Quer ter acesso a outros conteúdos como este? Então, assine a nossa newsletter e receba dicas e sugestões úteis para a gestão do negócio diretamente em seu e-mail. Inscreva-se agora mesmo!

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